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Cavalos selvagens não existem, apenas o símbolo de liberdade...

Ontem assisti o filme 7 Homens e um Destino... “- Mas que filme é esse?” alguém pode estar se perguntando. É um clássico de 1960 e antes que alguém pergunte: - sim, o filme era colorido e não, não era pastelão. O gênero é faroeste e a história é bem legal. Sente só o elenco: Yul Brynner, Eli Wallach , Horst Buchholz , Steve McQueen e Charles Bronson. Nem sei quantos deles ainda estão vivos... hehe. Eu já havia assistido quando criança, meu pai adorava esse tipo de filme. Não é meu gênero preferido, mas gostei de rever, não só pela história em si, mas pelas lembranças que isso trouxe. É tão estranho como, às vezes, um cheiro ou um gosto nos trazem lembranças da infância, momentos que vivemos ou então pensamos em pessoas que pareciam perdidas em uma lembrança qualquer, lá no fundo do baú. E enquanto eu assistia as cenas na tv, passava um outro filme em minha mente, ora com imagens de minha vida, ora imagens de outros filmes.  que assisti quando criança, em uma tv antiga, preto e bra...

“Chame de geléia a schmier geral”

Olá! Voltei ao som da banda Pouca Vogal. Enquanto formato meu note vou assistindo o DVD deles. Já havia assistido ontem (fazendo outras coisas ao mesmo tempo – tô falando, a gente não saboreia mais a música).   Bom, não vou comentar sobre o dente de ouro do Humberto (na minha modesta opinião é ridículo), irei me ater às músicas. Não sei por que, mas adorei a música NA PAZ E NA PRESSÃO desde a primeira vez que ouvi (está tocando agora). “ Acima de qualquer radar eu vou, aonde ninguém mais possa me achar” , canta Humberto, com um sorriso de aparente satisfação. E não é somente esta música, o disco em si tem uma sonoridade interessante, as letras são boas e talvez seja somente uma impressão minha, mas o Humberto parece estar mais leve e cantando com mais vontade , talvez até com mais satisfação, tanto é que as músicas fluem de uma forma mais natural. Para mim, o som lembra mais Cidadão Quem que Engenheiros do Hawaii. Abre parênteses: há tempos que Engenheiros perdeu sua identidade,...

Saudosos anos 80...

“... e tudo ficou tão claro, o que era raro ficou comum como um dia depois do outro como um dia, um dia comum...” HUMBERTO GESSINGER   Há pouco estava eu tomando meu banho e pensando naquilo que escrevi outro dia sobre a diferença das músicas de épocas passadas, mais especificamente, dos idos anos 80. Foi uma viagem no tempo, lembrei de quando era fã dos Engenheiros do Hawaii (de carteirinha e tudo) e uma cena não sai da cabeça, está tão viva que é como se fosse hoje. O ano era 1989 e eu estudava, ou melhor, ia à aula à noite. Bom, estava eu na sala de aula, já devidamente acomodado em minha classe, quando o Jeferson abriu um pouco a porta e me chamou, mostrando algo: “- Humberto, Humberto, olha isso...” (meu apelido era “Humberto”). E o cara estava segurando disco ALÍVIO IMEDIATO, que mal havia sido lançado. Grande coisa, alguém pode estar pensando. Mas para quem é fã não tem como descrever a sensação. Sei lá, é como marcar um gol, aos 45 minutos do segundo tempo, valendo o t...

Legião Urbana: uma viagem no tempo

Dias atrás eu e um amigo estávamos conversando quando, em um salão ao lado, começou a tocar a música TEMPO PERDIDO , da Legião Urbana (ou seria do Legião Urbana, nunca sei qual é o certo, enton vou revezando, às vezes escrevo de um jeito, às vezes de outro e a vida segue seu rumo...).   Mas como eu ia dizendo, tocou a tal música e não é que o cidadão não conhecia?! Fiquei indignado! Xinguei até: “pô, como tu não conhece Legião Urbana? Em qual país tu vive?”. Na verdade ele até conhece Legião, ou melhor, algumas músicas da Legião (ou seria do? Ah, não importa). Fiquei pensando nisso e o fato é que o cara não tem obrigação nenhuma de conhecer Legião, afinal de contas, ele nem era nascido naquela época. O que de certa forma é uma pena, não que seja bom ser “velho”, mas a década de 80 e início dos anos 90 foi em minha opinião, a mais rica musicalmente, sem sombra de dúvida. É covardia comparar as bandas de hoje com as daquela época. Tá me chame de saudosista, me acuse de viver no p...

A casa dorme

Olá! Bom dia!   São 5:30 da manhã, a casa dorme e eu aqui escrevendo e tomando meu chimarrão. Na verdade não queria estar aqui, estou com um pouco de sono e queria estar na cama, babando no travesseiro. Venho de duas noites mal dormidas e, por conta dessa gripe, cá estou eu novamente sem dormir direito. Acho que não tem coisa pior que gripe com tosse, febre, dor de cabeça e de garganta né? Incomoda todo mundo, até a Catita (minha gatinha mais nova) acordou. Bom, pelo menos aproveito meu tempo para estudar e configurar o computador. Ah, e ir baixando meus seriados, que, por sinal, estão voltando em novas temporadas. E bem no momento em que estou com provas e trabalhos na faculdade e iniciando um estágio em uma empresa. Como dizia um amigo: “injuuuuuuusto!”. Mas tudo bem, vou salvando os episódios e quando der uma folguinha eu assisto. Vai uma bolachinha recheada? É Negresco... então, esse é meu café da manhã: tomar chimarrão e ir beliscando uma bolacha ou aqueles bolinhos de merc...

Viciados em Computador

  Fonte: Pretinho Básico

Onde estão minhas referências?

No post anterior comentei que estava viajando nos meus pensamentos. Na verdade, estava imaginando o Marcos esperando pacientemente pelo seu campo de botão, e eu aqui, quase na mesma situação, ou seja, ambos distantes da terrinha (a mega Ijuí city) e com vontade de jogar uma partida ou campeonato de botão, mas sem ter companhia.   Bom, esse é o preço que se paga por crescer e colocar o pé na estrada. Saí de Ijuí em 1994 e fui morar em Campo Bom (existe no mapa, viu?!), depois em Novo Hamburgo, Fortaleza e acabei parando em Joinville. E com tanta mudança a gente acaba perdendo, de certa forma, a referência e vez ou outra bate uma nostalgia dos tempos idos e também uma solidão melancólica.   Outro dia eu estava jogando futebol no computador e marquei um golaço, lindo mesmo, digno do quadro Bola Cheia, do Fantástico. Fiquei assistindo o replay e mostrei o gol para a Catita, que estava dormindinho no meu colo (gatinha). Fazer o que né?! São coisas da vida.   Reis das Esq...

Futebol de Botão – Minhas Origens

Há pouco estava lendo o post do Marcos , em seu blog, sobre os tempos, bons tempos por sinal, dos jogos de futebol de botão e, quando me dei conta, estava viajando nos meus pensamentos. Parecia aquela cena clássica dos filmes, onde o passado vem em flash em preto e branco. “Foi um tempo que o tempo não esquece que os trovões eram roucos de se ouvir... cavalgando em martelo agalopado e viajando com loucos pensamentos...” Já havia postado antes que conheci o futebol de botão jogando com meu primo. Não lembro muito bem como foram as primeiras partidas, só que eu e o Flávio adorávamos e, certa vez, pedimos o campo do Jorge emprestado (mas os botões não vieram). E aí entrou o improviso. Minha infância foi humilde e então nossos times eram tampinhas de garrafa, a bolinha era literalmente um botão. Sim, aqueles de camisa mesmo. As goleiras não lembro como improvisamos, mas dava para fazer altos jogos. E assim foi nosso começo. Apesar da simplicidade, era muito divertido. Até que numa noite ...

Ideias para o homem moderno

                      Fonte: Pretinho Básico  

Autorretrato - Kleiton & Kledir

  - Já nasci estressado Com 2 kgs e 100 - E eu, careca e pelado Meio magro também - Não peguei catapora - Não fui me batizar - Vixe Nossa Senhora - Salve Oxalá! - Fui criado na rua Tenho meus pés no chão - Sou do mundo da lua Troco os pés pelas mãos - Tenho medo do escuro - E eu de andar de avião - Sou de Porto Seguro - E eu de Jaguarão   Coisa boa é um amigo Pra poder se encontrar E jogar conversa fora Tu me ensina a viver Que eu te ensino a sonhar E por aí vamos embora - Sou do balacobaco - Eu não tô nem aí - Jogador de buraco - Coleção de gibi - Futebol de areia - Futebol de botão - Caminhada na esteira - Televisão - Tô relendo Bandeira - E eu, Machado de Assis - Sou Flamengo e Mangueira - Vasco e Imperatriz - Sinto frio nos joelhos - Eu, na ponta dos pés - Sou alérgico a pêlo - Tenho chulé     Coisa boa é um amigo Pra poder conversar E trocar figurinhas Tu me ensina a viver Que eu te ensino a sonhar Cada sonho que eu tinha ...

Dia do Amigo

No último dia 20 foi comemorado o Dia do Amigo. Legal! Recebi algumas mensagens de texto, imagens e arquivos .pps (confesso que alguns não abri). Fiquei contente com algumas mensagens escritas de forma pessoal, mesmo que enviadas a toda lista de amigos. E isso fez com que eu parasse para refletir. Lembrei dos meus amigos de infância e daquelas pessoas que passaram em minha vida e, de alguma forma, contribuíram para meu crescimento. Lembro com muito carinho de alguns colegas de aula que mesmo sem saber (ou até mesmo sabendo, vai saber?! hehe) me ajudaram muito. São fatos que ocorreram há mais de 20 anos e parece que foi ontem que estávamos eu e o Edson correndo pela sala de aula, e ao tentar fechar a porta, cortei a mão no espelho da fechadura, que estava virado para fora. E foi justamente na mão esquerda. Ufa, menos mal alguém deve ter pensado, mas eu sou canhoto! Resultado: cinco pontos na mão e o Edson copiando a matéria para mim durante dias. Éramos colegas, vizinhos e ...

Aníbal - Carência (1989)

Aníbal foi um cantor que surgiu em 1989 e, aparentemente, lançou somente um disco. Foi um som que marcou minha adolescência e traz lembranças da terrinha (Ijuí/RS), dos amigos. Para quem quiser conferir, pode baixar o arquivo no 4Shared ( clique aqui ).